

Aqui não há célebres desconhecidos encarcerados num viveiro com videovigilância, tampouco temos mulheres de barba em cima de um palco ou aberrações genéticas expostas em vitrines mas a atracção do anormal, do incomum manifesta-se nos milhares de espectadores que assistem a uma obra defeituosa.
Nesta área temos imenso potencial — é tudo uma questão de marketing — e poderíamos rentabilizar obras como a curva de 180° da A25, os declives do IP4 ou a Avenida dos Aliados!